Documento de Identidade Digital deve ser lançado Neste Ano



  

Documento deve reunir diversas informações no celular.

Nos dias de hoje, é certo que a tecnologia está em praticamente tudo em que nós vemos e consumimos. Sendo assim, não é novidade para ninguém que os aparelhos, a cada dia que passa, estão mais evoluídos e avançados e, dessa forma, oferecem uma ampla possibilidade de recursos, que acabam por facilitar a vida de grande parte das pessoas, isto é, de forma ágil e incrível, muito diferente de poucos anos atrás, quando inúmeras atividades só podiam ser realizadas apenas manualmente e que, nos dias atuais, podem ser percebidas de uma maneira bem diferente, ou seja, uma eternidade.

Embora os avanços sejam bastante visíveis e já estejam bem presentes ao marcar nosso cotidiano, essa evolução representa muito pouco perto do que os avanços da tecnologia podem nos proporcionar e deixar pequenas obrigações cotidianas ainda mais fácil.

Um bom exemplo disso é a Carteira Nacional de Habilitação, que ganhou uma versão digital, que acabava com a obrigação que o condutor do veículo, em determinadas situações e locais do país, tivesse que andar com o documento original. Desse modo, para possuir a versão digital, basta apenas que o condutor do veículo possua um aplicativo no celular. Acredita-se que, ainda em 2018 esse documento eletrônico possa valer por todo o país.

No momento, chegou a hora da identidade possuir a sua versão digital. Isto é, para quem não sabe, a popular carteira de identidade, também conhecida como DNI, Documento Nacional de Identidade, instituiu a INC, que nada mais é que a Identificação Civil Nacional.

Segundo algumas informações que acabam de sair a respeito desse assunto, o objetivo maior é reunir em um documento digital outros documentos que também são extremamente importantes para a identificação do cidadão. Esses documentos são os seguintes: Certidão de Nascimento, Carteira de habilitação, CPF, RG, Título de Eleitor, assim como outras informações básicas e pessoais.

Dessa maneira, a promessa é que em apenas um único documento possam ser acessados os dados de outros documentos que um cidadão possui e tudo isso, de um jeito bastante rápido, sendo acessível em apenas poucos cliques. Fácil, não é mesmo?




Até o momento, esse novo tipo de documento, que promete trazer ainda mais facilidade para o cidadão, ainda passa pela fase de teste. Dessa forma, de acordo com estimativas feitas pelo responsável do projeto, pode ser que no mês de julho os cidadãos já podem realizar o cadastro de seus dados pessoas em uma plataforma que o governo deve disponibilizar.

Sendo assim, para conseguir cadastrar-se é preciso que o cidadão faça o download do aplicativo, que ainda está na fase de testes, mas acredita-se que logo em breve estará disponível para aparelhos celulares.

A partir do momento que o cadastro é feito e as informações são enviadas, o próprio aplicativo é capaz de indicar um local, para que o cidadão compareça a fim de verificar se as informações apresentadas no cadastro conferem com os documentos originais.

É fato que ainda não houve tempo para a notícia se espalhar por todo o país. No entanto, sabe-se que há inúmeras pessoas que já demonstram interesse em possuir esse documento digital. Afinal de contas, quem não quer substituir todos aqueles documentos, alguns tão antigos que quase se rasgam, dentro da carteira ou então, que se perdem em outros lugares ou ainda, o que é mais comum de acontecer: quando determinado documento específico é necessário para determinada situação e ele simplesmente não está lá, junto aos demais.

Em um futuro mais próximo, planeja-se usar do mecanismo de reconhecimento facial, a fim de evitar possíveis transtornos que o documento digital pode causar. Dessa forma, a exigência para que as pessoas possam ter acesso ao documento digital no momento é que seja realizado o recadastramento biométrico na Justiça Eleitoral. É necessário passar por esse processo, com o intuito de garantir a autenticidade da identificação, assim como a sua confiabilidade e reforçar a segurança dos dados.

Ana Paula Oliveira Coimbra


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